ERP Portugal ganha Licença de Gestão dos Resíduos de Pilhas e Acumuladores e quer aumentar concorrência neste mercado

A ERP Portugal acaba de receber a Licença para fazer a gestão dos Resíduos de Pilhas e Acumuladores, concretizando assim a sua ambição de ampliar a sua intervenção no mercado e posicionar-se também como operadora dos Sistemas de Gestão Integrada (SIG) de Resíduos de Pilhas e Acumuladores. A Licença foi obtida ao abrigo da Directiva Comunitária n.º 2006/66/CE (transposta para o ordenamento jurídico português em Janeiro de 2009), e no âmbito da qual esta entidade submeteu um pedido de licenciamento de Entidade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores Portáteis, Industriais e Automóveis, à Agência Portuguesa do Ambiente em Novembro de 2009.

 

A ERP Portugal, que pretende introduzir novos parâmetros de concorrência no mercado da gestão de resíduos, participando de forma construtiva no desenvolvimento de uma área de actividade cada vez mais determinante a nível europeu e nacional, acaba de receber da Agência Portuguesa do Ambiente a muito aguardada Licença para Gestão de Resíduos de Pilhas e Acumuladores.

 

A ERP Portugal irá, desta forma, ampliar a sua actuação como entidade gestora de REEE (Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos) a um novo segmento, o das pilhas e acumuladores. Desta forma, esta entidade espera contribuir para a criação de um sistema nacional de gestão de resíduos nesta área e, ao mesmo tempo, aumentar a concorrência no mercado que, assim, ganhará uma nova dinâmica, acelerando a adopção das melhores práticas neste sector em prol do desenvolvimento dos Sistemas Integrados de Gestão de Resíduos.

 

Ricardo Neto, Director Geral da ERP Portugal, afirma a este propósito que “este é mais um passo na estratégia da ERP para aumentar, também em Portugal, a concorrência entre Sistemas Integrados de Gestão (SIG) de resíduos, de modo a que não existam monopólios nesta área. Graças à nossa intervenção, o mercado da gestão de resíduos tem registado uma baixa dos Ecovalores sem precedentes no nosso país. Ao alargarmos a nossa esfera de actuação ao segmento das pilhas e dos acumuladores portáteis, estamos apenas a reforçar esse posicionamento, garantindo o nosso contributo para que Portugal cumpra as metas europeias e as melhores práticas, num ambiente de concorrência saudável, que por certo imprimirá uma nova dinâmica à gestão de resíduos no nosso país”.